Os casos de dengue tiveram forte alta nas Américas este ano, informou a OMS (Organização Mundial da Saúde) na quinta-feira (30), o que indica que a doença viral transmitida por mosquitos continua sendo uma ameaça de alto risco à saúde pública. A agência da ONU (Organização das Nações Unidas) disse que o número de casos nas Américas ultrapassou 7 milhões até o final de abril, já superando os 4,6 milhões em 2023.

Em comparação, mais de 7,6 milhões de casos de dengue e cerca de 3 mil mortes foram registrados globalmente durante o mesmo período. O Paraguai, a Argentina e o Brasil foram os países mais afetados pela dengue entre 46 países das Américas do Norte e do Sul. Só por aqui, são aproximadamente 5 milhões de casos prováveis em 2024.

Em março, o chefe da Organização Pan-Americana da Saúde, Jarbas Barbosa da Silva, disse que essa provavelmente será a pior temporada de dengue já registrada. Mesmo a vacinação generalizada não teria um impacto imediato na interrupção da epidemia em andamento, alertou Barbosa.

Sintomas

Os sintomas da dengue incluem febre, dores de cabeça, vômitos, erupções cutâneas, além de dores musculares e nas articulações. Em alguns casos, pode causar uma febre hemorrágica mais grave, resultando em sangramento que pode levar à morte.

Caxias do Sul

A primeira morte por dengue na cidade foi confirmada pela Prefeitura de Caxias do Sul no dia 24.  Foi o primeiro óbito causado pela doença na história do município. A vítima é um homem, adulto, com doenças prévias não tratadas, que faleceu no dia 13 de maio.

Neste ano, Caxias do Sul contabilizava até a última semana, 213 casos de dengue (incluindo o óbito) e 746 focos do mosquito Aedes aegypti, todos identificados e bloqueados, em todas as regiões da cidade.

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